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	<title>Uncategorized &#8211; Rondon e Silva Advogados Associados</title>
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	<description>Rondon e Silva Advogados Associados é um escritório de advocacia comprometido em oferecer serviços jurídicos de alta qualidade.</description>
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	<title>Uncategorized &#8211; Rondon e Silva Advogados Associados</title>
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		<title>Separação no Verbal? Entenda os Riscos de Não Formalizar a Guarda, a Pensão e a Partilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 01:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Separação no Verbal? Entenda os Riscos de Não Formalizar a Guarda, a Pensão e a Partilha É comum que, diante da separação, casais optem por soluções informais: combinam verbalmente quem fica com os filhos, como será a pensão e o que cada um levará da partilha. À primeira vista, isso pode parecer suficiente. Afinal, &#8220;está [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Separação no Verbal? Entenda os Riscos de Não Formalizar a Guarda, a Pensão e a Partilha</h2>



<p>É comum que, diante da separação, casais optem por soluções informais: combinam verbalmente quem fica com os filhos, como será a pensão e o que cada um levará da partilha. À primeira vista, isso pode parecer suficiente. Afinal, &#8220;está tudo acordado&#8221; — não é?</p>



<p>O problema é que <strong>nenhum acordo verbal substitui a segurança de uma regularização jurídica formalizada por escritura pública ou homologação judicial</strong>. Quando surgem novos conflitos — e eles surgem —, a ausência de documentos pode gerar perda de direitos, ações judiciais prolongadas e, principalmente, impactos sérios sobre os filhos.</p>



<p>Com base na doutrina de Carlos Roberto Gonçalves, Pablo Stolze, Christiano Cassettari e nos julgados mais recentes do STJ, apresentamos abaixo os principais riscos jurídicos de não regularizar a situação familiar após o fim da convivência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Perda de direitos sobre bens e patrimônio</h2>



<p>Quando a partilha de bens não é formalizada, o ex-casal continua tecnicamente em um regime patrimonial conjugal. No caso de união estável não reconhecida formalmente, o risco é ainda maior: o companheiro pode ter negado o reconhecimento do vínculo ou da participação nos bens adquiridos durante a convivência.</p>



<p>Carlos Roberto Gonçalves explica que a união estável exige &#8220;prova robusta da convivência duradoura, pública e com objetivo de constituição de família&#8221;, e que sua ausência impede a aplicação do regime legal (GONÇALVES, 2021, vol. 6, p. 136).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A informalidade da união estável não impede seu reconhecimento, mas exige prova cabal, sob pena de perda patrimonial.&#8221; (TJMG, Apelação Cível nº 1.0000.21.104635-3/001)</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">2. Impossibilidade de cobrar pensão ou revisar valores</h2>



<p>Acordos verbais sobre pensão alimentícia não têm eficácia executiva. Ou seja, em caso de inadimplemento, <strong>não é possível executar judicialmente valores devidos</strong>, tampouco aplicar medidas como prisão civil, penhora de bens ou bloqueio de conta bancária.</p>



<p>Pablo Stolze e Rodolfo Pamplona apontam que &#8220;a pensão deve sempre estar formalizada em título executivo judicial ou extrajudicial, sob pena de absoluta ineficácia jurídica para fins coercitivos&#8221; (STOLZE; PAMPLONA, 2020, vol. 6, p. 349).</p>



<p>Além disso, não se pode pleitear revisão judicial de valores que não foram fixados oficialmente, prejudicando inclusive o direito da criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Conflitos sobre guarda e convivência com os filhos</h2>



<p>A guarda informal é juridicamente frágil. Sem uma decisão homologada ou escritura, <strong>qualquer das partes pode descumprir o combinado sem sofrer sanções imediatas</strong>, dificultando o acesso da criança ao outro genitor ou provocando instabilidade emocional.</p>



<p>A jurisprudência reforça que a guarda de fato não gera presunção de legalidade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A posse fática da criança não substitui a necessidade de decisão judicial para regularização da guarda, especialmente quando existem disputas parentais&#8221; (STJ, REsp 1.684.321/SP).</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">4. Herança, pensão por morte e direitos sucessórios comprometidos</h2>



<p>Nos casos em que a união estável não foi registrada por escritura ou reconhecida judicialmente, <strong>o companheiro sobrevivente pode ser excluído da herança</strong>, dos bens comuns e de benefícios como pensão por morte junto ao INSS.</p>



<p>Christiano Cassettari destaca que &#8220;a ausência de formalização da união estável gera insegurança sucessória, pois exige a comprovação judicial do vínculo antes de qualquer reconhecimento de direito hereditário&#8221; (CASSETTARI, 2022, p. 84).</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Dificuldade para acessar benefícios públicos ou privados</h2>



<p>Sem documentos que comprovem a guarda, a pensão ou a convivência estável, é comum que um dos ex-companheiros encontre dificuldades para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incluir dependentes em planos de saúde;</li>



<li>Receber pensão por morte;</li>



<li>Registrar filhos em escolas;</li>



<li>Solicitar benefícios sociais ou previdenciários.</li>
</ul>



<p>A formalização, via cartório ou justiça, é o instrumento que assegura a <strong>efetiva proteção dos direitos familiares</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A separação informal pode parecer mais simples, mas os riscos jurídicos e emocionais são profundos e duradouros. Regularizar sua situação não é apenas um procedimento legal: é uma medida de proteção patrimonial, psicológica e familiar.</p>



<p>Buscar orientação jurídica especializada evita prejuízos futuros, protege os filhos e garante que cada parte conheça e exerça seus direitos com segurança e dignidade.</p>
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		<title>O Que Você Precisa Saber Sobre Guarda e Pensão Após a Separação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 00:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O Que Você Precisa Saber Sobre Guarda e Pensão Após a Separação A dissolução de um relacionamento conjugal, seja pelo divórcio ou pela dissolução da união estável, costuma envolver, além de questões patrimoniais, profundas implicações emocionais e legais, especialmente quando o casal possui filhos menores. Dentre os temas mais sensíveis e frequentes estão a definição [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">O Que Você Precisa Saber Sobre Guarda e Pensão Após a Separação</h2>



<p>A dissolução de um relacionamento conjugal, seja pelo divórcio ou pela dissolução da união estável, costuma envolver, além de questões patrimoniais, profundas implicações emocionais e legais, especialmente quando o casal possui filhos menores. Dentre os temas mais sensíveis e frequentes estão a definição da guarda dos filhos e a fixação da pensão alimentícia. Ambos os institutos buscam a efetiva proteção dos direitos da criança e do adolescente, que devem prevalecer sobre qualquer disputa entre os genitores.</p>



<p>Neste artigo, abordaremos de forma técnica, clara e aprofundada os principais aspectos legais, doutrinários e jurisprudenciais que envolvem a guarda e os alimentos, destacando seus fundamentos, aplicação prática e evolução na interpretação dos tribunais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">I. GUARDA DOS FILHOS: CONCEITO, MODALIDADES E CRITÉRIOS</h2>



<h4 class="wp-block-heading">1. Conceito de Guarda</h4>



<p>A guarda, no âmbito do Direito de Família, representa a responsabilidade legal conferida aos pais ou a terceiros para <strong>dirigir a vida cotidiana do menor</strong>, tomando decisões quanto à sua educação, saúde, moradia, lazer e formação moral. Conforme Carlos Roberto Gonçalves, trata-se de &#8220;uma das manifestações do poder familiar, voltada ao atendimento das necessidades do menor em seu ambiente cotidiano&#8221; (GONÇALVES, 2021, p. 185).</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Fundamento Constitucional e Infraconstitucional</h4>



<p>A Constituição Federal de 1988, em seu art. 227, impõe à família, à sociedade e ao Estado o dever de assegurar à criança, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à convivência familiar e comunitária, entre outros. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90), por sua vez, determina que é direito da criança ser criada e educada no seio de sua família, e que as medidas judiciais devem sempre observar o <strong>melhor interesse do menor</strong> (ECA, art. 100, parágrafo único, IV).</p>



<p>O Código Civil, nos arts. 1.583 e 1.584, regula as modalidades de guarda e os critérios para sua definição judicial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">3. Modalidades de Guarda</h4>



<h5 class="wp-block-heading">a) Guarda Compartilhada</h5>



<p>Instituída como regra pelo art. 1.584, §2º do Código Civil, a guarda compartilhada pressupõe que <strong>ambos os pais exercem em conjunto a guarda legal da criança</strong>, dividindo responsabilidades e decisões. A residência principal da criança pode ser fixada com um dos genitores, mas as decisões relevantes devem ser tomadas em comum.</p>



<p>Segundo Dabus Maluf, &#8220;a guarda compartilhada reflete a corresponsabilidade parental, evitando a exclusão de um dos genitores da convivência e participação na formação da criança&#8221; (MALUF, 2018, p. 262).</p>



<p>A jurisprudência majoritária, inclusive do STJ, entende que a guarda compartilhada <strong>deve ser aplicada mesmo em caso de desavenças entre os pais</strong>, salvo prova de que um dos genitores é inapto:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A guarda compartilhada é a regra, mesmo na ausência de diálogo pleno entre os pais, desde que não se verifique risco ao bem-estar do menor&#8221; (STJ, REsp 1.846.071/DF, Rel. Min. Paulo de Tarso Sanseverino, DJe 10/10/2019).</p>
</blockquote>



<h5 class="wp-block-heading">b) Guarda Unilateral</h5>



<p>Na guarda unilateral, a responsabilidade decisória é atribuída exclusivamente a um dos genitores, cabendo ao outro apenas o direito de visitas e o dever de acompanhamento e sustentação moral e material.</p>



<p>A aplicação da guarda unilateral é excepcional, devendo ser fundamentada na <strong>inaptidão, negligência, omissão ou risco à integridade da criança</strong> por parte do outro genitor.</p>



<h5 class="wp-block-heading">c) Guarda Alternada (críticas doutrinárias)</h5>



<p>A guarda alternada, em que a criança passa períodos iguais com cada um dos pais e cada um exerce a guarda plena durante sua convivência, é raramente aplicada e <strong>amplamente criticada pela doutrina</strong>.</p>



<p>Patrícia Pimentel Ramos considera que tal modelo &#8220;fere o príncipio da estabilidade emocional do menor e compromete seu senso de referência e segurança&#8221; (RAMOS, 2016, p. 138).</p>



<h4 class="wp-block-heading">4. Critérios Utilizados pelo Judiciário</h4>



<p>Os tribunais brasileiros utilizam critérios objetivos e subjetivos para definir a guarda:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Participação ativa no cuidado antes da separação;</li>



<li>Capacidade moral, emocional e financeira;</li>



<li>Apoio familiar estendido (rede de apoio);</li>



<li>Grau de conflito entre os pais;</li>



<li>Histórico de violência ou alienação parental;</li>



<li>Vontade da criança (quando suficientemente madura).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">II. PENSÃO ALIMENTÍCIA: DEVER, CÁLCULO, EXECUÇÃO E REVISÃO</h2>



<h4 class="wp-block-heading">1. Conceito e Fundamento</h4>



<p>A pensão alimentícia, conforme definido pelo art. 1.694 do Código Civil, é o valor destinado à manutenção do alimentando, assegurando-lhe condições mínimas para viver com dignidade. Os alimentos incluem <strong>alimentação, moradia, educação, vestuário, saúde e lazer</strong>.</p>



<p>A obrigação alimentar decorre do <strong>poder familiar</strong> (para filhos menores), do <strong>dever de solidariedade familiar</strong> (art. 1.696 do CC), e pode existir entre cônjuges, ascendentes e descendentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Critérios de Cálculo: Necessidade x Possibilidade</h4>



<p>Conforme o art. 1.694, §1º do CC, os alimentos devem ser fixados observando a proporção entre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Necessidade do alimentando</strong> (filho ou dependente);</li>



<li><strong>Possibilidade do alimentante</strong> (quem paga);</li>



<li><strong>Proporcionalidade</strong>, que equilibre a equação.</li>
</ul>



<p>Carlos Roberto Gonçalves ressalta que &#8220;a fixação de valores simbólicos ou exorbitantes é rechaçada pela jurisprudência, pois quebra a razoabilidade do trinômio&#8221; (GONÇALVES, 2021, p. 323).</p>



<p>A jurisprudência dominante admite valores entre <strong>20% a 33% da renda líquida do alimentante</strong>, dependendo do caso concreto:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A pensão fixada em 30% da renda líquida está dentro dos parâmetros jurisprudenciais, considerando a presença de um só filho e a capacidade do genitor&#8221; (TJ-SP, Ap. Cível 1010792-89.2022.8.26.0001, Rel. Des. Ana Paula Caimi, j. 09/10/2023).</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">3. Despesas Abrangidas</h4>



<p>A pensão pode incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alimentação escolar e domiciliar;</li>



<li>Material escolar e mensalidades;</li>



<li>Plano de saúde e medicamentos;</li>



<li>Roupas, calçados e itens pessoais;</li>



<li>Atividades extracurriculares;</li>



<li>Transporte e moradia.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">4. Revisão, Exoneração e Redução</h4>



<p>O art. 1.699 do CC permite a <strong>modificação da pensão a qualquer tempo</strong>, mediante prova da alteração na situação financeira ou das necessidades do beneficiário.</p>



<p>Motivos comuns de revisão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de emprego;</li>



<li>Nova prole;</li>



<li>Despesas extraordinárias do filho;</li>



<li>Emancipação, maioridade ou ingresso no mercado de trabalho.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">5. Inadimplemento e Sanções Legais</h4>



<p>O Código de Processo Civil (art. 528) estabelece a possibilidade de <strong>prisão civil do devedor de alimentos</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O inadimplemento voluntário e inescusável da pensão alimentícia é causa suficiente para decretar a prisão civil do devedor, nos termos do art. 5º, LXVII da CF&#8221; (STF, HC 126.292/SP, Rel. Min. Luiz Fux, j. 19/12/2018).</p>
</blockquote>



<p>Além disso, é possível:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Protestar a decisão judicial;</li>



<li>Inscrever o nome em órgãos de proteção ao crédito;</li>



<li>Penhorar bens e contas bancárias.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">III. CONSIDERAÇÕES FINAIS</h2>



<p>A guarda dos filhos e a pensão alimentícia são institutos fundamentais para garantir a proteção integral da criança e do adolescente após a ruptura da convivência conjugal dos pais. A legislação brasileira tem evoluído para colocar o menor no centro das decisões, combatendo a alienação parental, promovendo a corresponsabilidade familiar e exigindo dos pais não apenas a presença física, mas também emocional e material.</p>



<p>Neste contexto, a atuação de um advogado especializado em Direito de Família é essencial para garantir acordos justos, juridicamente seguros e emocionalmente sustentáveis.</p>



<p>Se você está passando por um momento de separação e tem dúvidas sobre guarda ou pensão, é possível contar com o apoio jurídico adequado para lidar com essa fase com mais segurança.</p>



<p>A equipe do Rondon &amp; Silva Advogados Associados oferece orientação clara, estratégica e sensível às particularidades de cada família.</p>



<p>&#x1f4de; Você pode agendar uma consulta com um dos nossos profissionais para avaliar seu caso e entender quais são os caminhos mais adequados do ponto de vista legal.</p>



<p>Atendimento humano, segurança jurídica e foco em soluções duradouras.</p>
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